Erro em cirurgia, diagnóstico ou parto, negligência, imperícia ou infecção hospitalar: quando há dano decorrente de falha na conduta médica ou hospitalar, pode ser possível buscar a reparação. Nossa equipe analisa o seu caso e a documentação médica com o cuidado que o assunto exige.
Você confiou o seu cuidado a um profissional de saúde. E algo saiu errado.
Diante de um dano, surgem muitas dúvidas: houve falha na conduta? o dano poderia ser evitado? quem é o responsável? São perguntas que exigem análise técnica.
Havendo falha na conduta, dano e nexo entre eles, é possível buscar a reparação do médico, da clínica ou do hospital, a depender do caso.
Se você ou um familiar passou por alguma destas situações, vale entender se há elementos para buscar a reparação, conforme a legislação aplicável.
Erro ou complicação em cirurgia que resultou em dano ou sequela.
Diagnóstico errado ou tardio que agravou a condição do paciente.
Negligência no atendimento, na internação ou no acompanhamento pós-operatório.
Erro durante o parto, com dano à mãe ou ao bebê.
Infecção hospitalar decorrente de falha de protocolo ou de higiene.
Erro de medicação, com dose ou administração incorreta.
Essas são algumas das situações mais comuns, mas não as únicas. Cada caso deve ser analisado à luz da documentação médica, da conduta adotada e das circunstâncias concretas.
Cada caso é acompanhado por uma estrutura integrada de atendimento, análise jurídica, estratégia processual, revisão e acompanhamento.
A Vetterle Advogados reúne profissionais dedicados à análise e condução de demandas relacionadas a negativas de planos de saúde e ao Direito da Saúde. Cada caso passa por etapas de atendimento, organização documental, análise jurídica, definição da estratégia, revisão e acompanhamento processual.
Você é atendido por pessoas. Seu caso é cuidado por uma equipe.
A medicina lida com riscos, e nem todo desfecho negativo decorre de erro. É preciso avaliar se houve falha na conduta, o dano sofrido e a relação entre eles, com base na documentação médica.
Quero entender meu caso →A reparação por erro médico depende da demonstração de elementos específicos, avaliados a partir da documentação médica e, em regra, de prova pericial. Cada caso é analisado individualmente, com responsabilidade e sem promessas de resultado.
A reparação costuma depender da presença, em conjunto, de:
A verificação desses elementos depende de perícia e da documentação de cada caso.
Cada caso de erro médico deve ser analisado individualmente, com base na documentação, na conduta adotada e na perícia.
A equipe avalia a negativa, a indicação médica e os documentos disponíveis para compreender as particularidades do caso.
Relatórios médicos, exames, negativa da operadora, histórico do tratamento e demais elementos relevantes são analisados pela equipe responsável.
Havendo viabilidade, a equipe estrutura a medida adequada ao caso. Se os requisitos legais estiverem presentes, pode ser avaliada a formulação de pedido de tutela de urgência.
O escritório acompanha o processo e mantém o cliente informado sobre as principais movimentações e decisões.
Avaliamos se houve negligência, imprudência ou imperícia na conduta médica ou hospitalar.
Analisamos o dano sofrido, físico, psicológico ou estético, e a sua extensão.
Consideramos a relação entre a conduta adotada e o dano apresentado pelo paciente.
Avaliamos os elementos técnicos do caso e a necessidade de prova pericial.
A equipe verifica prontuário, exames, laudos, receitas e outros elementos relevantes para a análise jurídica.
Com base no conjunto documental e nas particularidades do caso, é definida a estratégia jurídica adequada.
Avaliações reais e verificáveis publicadas pelos próprios clientes no perfil do escritório no Google.
Não. A medicina lida com riscos, e nem todo desfecho negativo decorre de erro. É preciso avaliar se houve falha na conduta (negligência, imprudência ou imperícia) e o nexo com o dano sofrido.
Depende. O médico responde pela sua conduta, e o hospital ou a clínica podem responder por falhas estruturais ou de sua equipe. A análise define quem pode ser responsabilizado em cada caso.
A prova técnica costuma ser central, e a perícia em geral ocorre no curso do processo. Na análise inicial, o prontuário e os documentos já ajudam a indicar a viabilidade do caso.
A depender do caso, além dos danos materiais (despesas e tratamentos), podem ser pleiteados danos morais e estéticos. A avaliação considera a extensão e as consequências do dano.
O silêncio da operadora além dos prazos previstos pode equivaler a uma negativa. Nesses casos, muitas vezes é possível agir mesmo sem uma recusa formal por escrito.
Prontuário, exames, laudos, receitas, notas do hospital e relatórios médicos. Se faltar algum, a equipe orienta como obter.
Sim. Há prazos legais de prescrição, que variam conforme o caso. Por isso, quanto antes o caso for avaliado, melhor. Cada situação é analisada individualmente.
Você envia a negativa e os documentos disponíveis. A equipe faz uma triagem, avalia as particularidades do caso e apresenta os caminhos jurídicos que podem ser considerados, sem compromisso.
Sim. O escritório tem unidades em São Paulo e Curitiba e atende em todo o país de forma online. Todo o processo pode ser conduzido remotamente.
Se você ou um familiar sofreu um dano por falha em atendimento médico ou hospitalar, nossa equipe pode analisar a documentação e explicar quais caminhos jurídicos podem ser avaliados no seu caso.
Quero analisar meu casoEnvie o prontuário e os documentos disponíveis para uma análise inicial.